labirinto
mergulho na água a soltar assobios.
Toco ao de leve num limite virginal da tua alma condenada desde o principio da vida; tão puro, tão branco, tão inocente, tão escondido.
Estava oculto num equilíbrio furioso que tentas manter ardente. Numa alegria silenciosa que arde, que queima...em brasa. Disfarço meu entusiasmo com uma alegria ruidosa, que gela, que assombra...em indiferença.
O meu alvo é encontrar um sentido absoluto, livre, ilimitado de coisas que consiga adaptar à nova realidade, com cuidado, com consciência, verdade, certeza. Entrar nessa tua parte intima, sem desarrumar a tua essência e estar por lá um bocadinho; existir aí durante uns segundos, dançar, amar, rir...
sinto todas as partes do nosso corpo unirem-se, ligarem-se para o mesmo fim...
Toco ao de leve num limite virginal da tua alma condenada desde o principio da vida; tão puro, tão branco, tão inocente, tão escondido.
Estava oculto num equilíbrio furioso que tentas manter ardente. Numa alegria silenciosa que arde, que queima...em brasa. Disfarço meu entusiasmo com uma alegria ruidosa, que gela, que assombra...em indiferença.
inconsciência mórbida
Na tentativa de não me destruir cego-me aninhada na sombra dos meus pesadelos; arranco os olhos por não te conseguir ver assim.
Não te sei assim.
O meu alvo é encontrar um sentido absoluto, livre, ilimitado de coisas que consiga adaptar à nova realidade, com cuidado, com consciência, verdade, certeza. Entrar nessa tua parte intima, sem desarrumar a tua essência e estar por lá um bocadinho; existir aí durante uns segundos, dançar, amar, rir...
Quem sabe, talvez me deixes ficar
Quem sabe, talvez não queira sair
Quem sabe, talvez me arrependa de entrar
Quem sabe, talvez não queira sair
Quem sabe, talvez me arrependa de entrar

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